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Monólogo 3 de 2022
This text is in Portuguese, as written.
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Note from the Monologues series
Todos os dias terminados em 0 (ou algo assim) terão textos de cunho muito pessoal aqui na página. Não há necessariamente um objetivo firmado e concreto nos textos desses dias. Como diria um amigo meu: “Conheça o autor e entenderá a sua obra”.
Aqui estamos, último monologo pessoal do mês. Apesar do texto padrão (que vou começar a copiar e colar nesses textos mais pessoais) dizer que todos os dias terminados em 0 e a publicação deste vai ser no dia 29, devido a uma ideia que vamos implementar. O último texto do mês de janeiro, vai ser sobre a caminhada pessoal. Vai ser uma junção das muitas ideais que já postei sobre durante o mês. De antemão já digo que vai ser um texto muito longo. Mas que vai ficar muito bom e (obviamente) recomendo a leitura.
Este texto final pretendo fazer a famosa impulsionada da página (isso é, pagar o Zuckemberg para jogar na cara das pessoas a minha postagem, e aumentar as chances de outras pessoas verem, gostarem do que eu estou fazendo, e seguirem a página). É até engraçado, por que eu estaria gastando dinheiro em algo que não pretendo ter retorno nenhum?
Realmente eu não pretendo fazer divulgação de nada, nem vender nada (quem sabe um livro meu se eu ficar super famoso, isso seria super legal, mas não é o foco de nada disso). Para quem acompanha os textos, sabe que eu não faço texto comercial. Eu não escrevo para um grande público e para outras pessoas, isso é algo que eu não gosto. Os textos aqui são bem pessoais (de certa forma), mas de uma maneira que seja também acessível aos outros. Apesar da confusão, tem uma diferença grande no tipo de texto que sai, pessoal > comercial. Não tenho nenhuma “agenda” ou interesse para atender, são apenas textos, compartilhamento de ideias, e aprendizados que tive pelo caminho.
A designer que está fazendo as imagens também puxa a minha orelha. Volta e meia, quando eu demoro para mandar um texto para ela, ela vem brigar comigo: “Cadê o texto de hoje?”, “Não vou trabalhar depois das 6, se mandar vou ignorar você”. É como uma instrutora da academia brigando comigo para eu fazer o que eu me propus a fazer com ela. Também é uma forma dela poder fazer o trabalho dela, é irracional eu mandar um texto para ela fazer uma imagem em alguns minutos.
Sim, eu pretendo ter 365 pessoas diferentes seguindo a página até o final do ano, é apenas uma meta, não algo absoluto que eu esteja procurando, se eu conseguir, ótimo, se eu não conseguir, terei da mesma forma os meus 365 textos – estes sim são a força motriz do que eu estou fazendo aqui. Mais uma vez, uma ironia, eu escrevo os textos sem ser para outras pessoas, mas gostaria que outras pessoas os lessem. No fundo, todas as ações que tomamos tem um motivo para nós. Apreciamos e gostamos de compartilhar com os outros os bons resultados que temos.
Mas voltando no assunto de seguidores da página. Todas as pessoas que conhecem as pessoas envolvidas com esse projeto (a página e as 365 publicações), já seguem a página. Vai haver uma estagnação no número de seguidores até que eu faça alguma coisa de diferente. E o texto do dia 31 vai ser justamente isso. Sendo um texto muito maior, que passa por todos os assuntos já falados e faz um fechamento. E, com a impulsionação dele, é para vermos pelo menos um mínimo de resultado.
O primeiro mês foi bem difícil. Já passei por várias dificuldades na hora de manter a consistência de escrita. Mas isso é bom, faz com que eu me obrigue a fazer algo que eu me propus a fazer, e consequentemente eu melhore as minhas habilidades. Vamos que vamos, fazer isso aqui crescer, e ir cada vez mais longe.
Alisson David Frangullys 30/JAN/2022 · 15:33 (GMT-3)


