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Monólogo 2 de 2022 – Diário aberto

Thursday, January 20, 2022era one3 min readcarouselmonologue

This text is in Portuguese, as written.

Mais um daqueles textos mais pessoais. Acho que vou copiar e adaptar a introdução que eu tinha feito em 2021 para este tipo de texto, mas ainda tenho que decidir uma frequência de postagem desse tipo de coisa, quem sabe no próximo.

60 seguidores na página do Instagram. Sim, a maioria são pessoas que eu conheço pessoalmente (ou que a digníssima designer da página conheça), mas na realidade, a importância que eu dou é que algumas pessoas realmente leem o que eu escrevo. Ah, sim, é muito legal quando alguém que eu não faço ideia de quem seja, curte uma postagem. Talvez seja pela arte e estética, ou realmente seja pelo texto. Mas, de qualquer forma, é legal de saber que eu estou fazendo algo que alguém goste.

Um dos grandes “problemas” que eu tive, quando discutindo sobre o que eu escrevo, com o pessoal que trabalha com essa área de marketing e publicidade, é sobre qual é o “meu público-alvo”, e quais são “os temas” do que eu escrevo. A resposta é simples. O público é todo mundo, e os temas é sobretudo, mas principalmente sobre coisas que elevem a pessoa que leia de alguma forma. Eu não escrevo para “vender meus textos” ou algo do tipo. Mas mais sobre isso num próximo post.

Depois que comecei a postar os textos, uma das pessoas com quem conversei por algum tempo sobre divulgar a página, me disse que é mais um diário aberto do que qualquer outra coisa. É, eu acho que é sim um diário aberto. Mas isso vai além de mim. Se eu estou escrevendo algo novo todos os dias, vai chegar uma hora em que eu não vou ter mais o que escrever. Ou seja, eu tenho que ir aprender alguma coisa diferente. Não posso ficar estagnado, repetindo as mesmas coisas de sempre, tenho que melhorar a mim mesmo, para poder escrever algo de útil aos outros, e para eu mesmo ler.

Sim, isso significa que eu me sinto na obrigação de passar algo de valor no que eu escrevo – não quero desperdiçar o tempo de ninguém com bobagens. O que quer dizer que eu me obrigo a viver uma vida melhor, a me tornar uma pessoa melhor. Busco aumentar o meu próprio valor. Além de ser um desafio um tanto quanto divertido em escrever o equivalente a um texto por dia. Eu gosto de escrever, me sinto bem fazendo isso, é a minha forma de arte (e vou escrever um texto bem em breve sobre isso) e expressão.

Outra coisa, me disseram – e depois de um tempo também percebi, que tem gente vê, lê, mas não comenta, nem curte, e que seria útil fazer o tal de chamado de ação (pedir para curtir, compartilhar, comentar) para aumentar o “valor do post” para o algoritmo do Instagram mostrar para mais pessoas e tal. Eu não sei ainda o que pensar sobre isso, mas não pretendo fazer isso (apesar de que se alguém chegou a ler isso aqui, seria quase que isso, mas não é, é apenas algo que mencionei).

Apesar de eu não saber o que foi útil, bom, ou ruim, dos meus textos postados (pois não tenho como saber o que a pessoa que lê, pensa sobre), nem de eu saber quantas pessoas realmente leem o que eu escrevo, a minha meta é escrever o equivalente a 1 texto de valor por dia, e vai continuar sendo essa. E aqui estou eu compartilhando, com quem tiver interesse, essa minha jornada.

No próximo texto (mais pessoal desses), vou falar sobre “escrever para os outros (vender meus textos que mencionei aqui)”, e “responsabilidade com os a minha queridíssima designer na hora de mandar os textos”; o que vai envolver algumas métricas e tudo mais. E a importante estagnação que eu espero a página ter por algum tempo.

Alisson David Frangullys 19/JAN/2022 · 00:06 (GMT-3)