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Qualidade da proteína
This text is in Portuguese, as written.
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Recentemente aprendi sobre a qualidade da proteína, e que 100g de proteína de carne, não são equivalentes a 100g de proteína de lentilha. Tem uma diferença, não apenas na fonte da qual você está se alimentando, mas também na qualidade do alimento que está ingerindo.
Como as fontes alimentícias diferem muito de uma para a outra, a forma como o corpo faz a absorção desses nutrientes também diverge bastante. Algumas fontes têm uma quebra mais fácil, e outras fazem essa composição de forma mais lenta e ineficiente. O que significa que durante o processo, você poderá estar absorvendo muito menos do que pensa.
Outra consideração importante, são as divisões que a proteína tem. A proteína em si, tem várias categorias, e elas precisam estar em harmonia para poder fazer uma absorção mais completa pelo corpo. Seria como uma sala de aula com 10 alunos, mas a nota de todos os alunos é equivalente a nota do pior aluno – se dos 10 alunos, o que tem a maior nota é um 9, e o que tem a pior nota, tirou um 2, a nota do maior aluno será 2 também. Essa nota é chamada de DIAAS.
Alimentos que são de origem animal, geralmente tem uma “nota” bem elevada, enquanto os que são provenientes de plantas, tem uma “nota” muito menor. Então, se você é um vegano, tem que levar isso em consideração para ter uma noção mais correta de quantas proteínas e nutrientes está realmente recebendo – e não apenas ingerindo. O trigo, por exemplo, chega a ser ter uma nota que é menos da metade da qualidade, o que é refletido em uma quantidade menor de proteína.
Isso não significa apenas à absorção feita pelo nosso corpo ser ineficiente, mas também pela qualidade de cada uma das subcategorias da proteína. Alguns desses alimentos tem alta absorção, mas muitos tem um nível de qualidade muito baixo – e não apenas alimentos de fastfood, dos quais estamos acostumados a pensar como baixa qualidade, mas outros que consideramos (de certa forma) saudáveis também, como o trigo e algumas nozes.
Por isso, é importante se atentar não apenas a quanto está ingerindo de cada nutriente, mas também pesquisar saber sobre a qualidade do que está ingerindo. Para algumas dietas (principalmente as que tem várias restrições alimentares), você terá que comer muito mais calorias para ter a mesma quantidade de proteína no corpo.
Há mais de 30 referências diferentes que você pode ler diretamente da fonte, e elas podem ser achadas no Wikipédia com muita facilidade, juntamente com uma tabela de fácil acesso para ver quais alimentos possuem uma. Eu recomendo que você procure um nutricionista para conversar sobre isso, e vá bem munido com uma pesquisa básica para tirar dúvidas.
E, lembrando que cada corpo tem uma forma diferente de reagir a alimentos diferentes, há certas dietas que podem funcionar muito bem ou muito mal para você, por isso experimentar e conhecer o próprio corpo é o mínimo que você deve fazer antes de seguir cegamente qualquer recomendação (dietas) que funciona para seus amigos ou influenciadores.
Alisson David Frangullys 26/JAN/2022 · 14:21 (GMT-3)

