WallAugustaprendizado e senso crítico
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Valores inversos
This text is in Portuguese, as written.
Em certos momentos vemos vidas sendo tratadas como objetos e objetos tratados como vidas. Assaltantes assassinando por causa de um mero celular e algumas joias sendo cuidadas com a maior preciosidade, mesmo fazendo parte do grupo conhecido como diamantes de sangue. São valores totalmente inversos que a humanidade enfrenta.
É importante sim cuidar e zelar dos objetos que se tem, mas não a ponto de negligenciar a própria existência ou causar males aos demais. Apesar de que, para quem não tem nada, até o pouco é muito. É fundamental compreender que dinheiro e objetos existem para trabalhar para o homem, não para escravizá-lo. Nada tem mais valor do que a existência provida pela natureza.
Nenhum cuidado com um bem material pode ser tão grande quanto o zelo pela vida em si. Eles são, em sua grande maioria, recuperáveis ou substituíveis. Por isso é importante estar com a cabeça no lugar quando se sofre uma grande perda financeira ou de algum item de valor. Pode ser que você gaste alguns meses (ou até mesmo anos) para recuperar o que foi perdido, mas mesmo assim o valor da vida vai continuar sendo maior, pois é inestimável e é o maior bem de todos. Atentar contra ela é um crime inaceitável. Por isso, aqueles que a destroem em busca de mais posses são a escória da humanidade e devem sofrer as sanções mais severas que a constituição prevê.
Da mesma forma que aqueles que cometem um atentado lento contra o próprio bem-estar com hábitos destrutivos (como o tabagismo, alcoolismo e o uso de drogas), deveriam notar como estão jogando a própria existência fora em busca de alguns prazeres de baixo valor.
O potencial que o ser humano tem de criar, aprender e se superar é ilimitado. Ninguém é absolutamente insubstituível da mesma forma que objeto algum é verdadeiramente inestimável. A sua vida é e sempre será o bem de maior valor e nada mais justo do que tratá-la nesse padrão, acima de todo e qualquer bem material.
Alisson David Frangullys 29/AGO/2022 · 18:26 (GMT-5) texto para o dia · 17/AGO/2022
